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CMS organiza atos anti-Bush

Com a realização da Cúpula das Américas e a visita de Bush à América Latina, mais especificamente ao Brasil, a CMS organizou atos em 13 estados, no último dia 5 de novembro. Foi um dia de protestos contra a militarização e o imperialismo estadunidense expressos na figura de George Bush, condenando a sua guerra terrorista. Os movimentos protestaram, também, contra a nova ofensiva do governo americano pela retomada das negociações da ALCA, hoje interrompidas.

Em manifesto, a CMS afirmou que “o verdadeiro combate ao terrorismo exige, antes de mais nada, a remoção das suas causas, o combate às desigualdades, à fome, à miséria, à exploração e o fim de situações grotescas, mantidas pela força, onde povos são impedidos de viver em suas terras, de organizar livremente seus Estados e governos, de ver invasores estrangeiros dentro de suas Pátrias”.

Os atos foram marcados por um forte caráter antiimperialista e questionador do embargo a Cuba, além de expressar apoio ao presidente venezuelano Hugo Chavez, que vem sendo, sucessivas vezes, hostilizado pelo presidente estadunidense. Palavras de ordem, queima de bandeiras dos EUA e imagens que caracterizaram Bush como Hitler foram comuns. A repressão policial contra os manifestantes também foi dura em diversos estados.

 

 

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