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Direção GLBTT da UNE é premiada no Oscar gay 2007

A premiação promovida pelo Grupo Gay da Bahia reconhece iniciativas de personalidades e instituições que colaboraram com os direitos dos homossexuais.

Logo após o Oscar de Hollywood, como acontece todos os anos, desde 1991, o Grupo Gay da Bahia (GGB), promove pelo 17º ano consecutivo, o Oscar Gay, que premia, com o Troféu Triângulo Rosa, personalidades e instituições que apóiam os direitos humanos dos homossexuais e outorga o Troféu Pau de Sebo, aos inimigos dos gays, lésbicas e transgêneros.

 

A UNE foi uma das instituições que levou o Triângulo Rosa. A entidade foi reconhecida pela iniciativa de incluir em seu último Congresso, em agosto de 2005, um debate sobre orientação sexual e também pela resolução que aprovou, na mesma ocasião, permitindo a travestis e transexuais adotar prenome feminino na carteira de estudante.

 

O Troféu Triângulo Rosa relembra o distintivo utilizado pelos nazistas nos campos de concentração para identificar os prisioneiros homossexuais. Mais de 300 mil gays foram presos por Hitler. Hoje o Triângulo Rosa tornou-se o símbolo internacional do orgulho gay.

 

Quanto ao Troféu Pau de Sebo, explica o antropólogo Luiz Mott, fundador do Grupo Gay da Bahia: “Aproveitamos uma tradição irreverente do folclore brasileiro para mostrar o ridículo dos inimigos dos gays, lésbicas e transgêneros: por mais que queiram destruir o movimento de libertação homossexual, nunca chegam a seu objetivo, caindo e se lambuzando no pau de sebo da ignorância. Mesmo que esperneiem, aumenta a cada ano os gays assumidos e o apoio dos simpatizantes, além das garantias legais a favor de nossa cidadania.”

 

Segundo o Presidente do GGB, Marcelo Cerqueira, “neste ano, nossa lista inicial de simpatizantes ultrapassou quarenta nomes, incluindo diversos juízes de norte a sul do país, que deram parecer favorável ao reconhecimento de múltiplos direitos dos homossexuais, como adoção de crianças, de receber pensão do companheiro falecido, mudança de nome de transexuais. O Judiciário é o poder mais simpatizante da comunidade GLBTT, mais que o Executivo e o Legislativo.” Os premiados recebem pelo correio o diploma com o título merecido.

 

 

Do Estudantenet (www.une.org.br)

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