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O Mundo real: Socialismo na era pós-neoliberal

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Lançamento do livro “O Mundo Real: Socialismo na era Pós-neoliberal” que tem a autoria de Tarso Genro, Giuseppe Cocco, Carlos Maria Cárcova e Juarez Guimarães. O evento contará com a presença, além dos autores, de Fernando Haddad, Alessandro Molon, Luiz Dulci, Marco Aurélio Garcia, Marilena Chauí e Paulo Vannuchi.

A atividade acontece no dia 06 de junho (sexta-feira), a partir das 18h no Auditório da Universidade Candido Mendes no Rio de Janeiro (Rua da Assembléia, 10 – Subsolo – Centro).

Em O Mundo Real – Socialismo na era pós-neoliberal, o Ministro da Justiça Tarso Genro e mais três intelectuais desafiam o leitor a descobrir uma perspectiva renovada para o socialismo.

Este livro busca reabrir os grandes debates da esquerda brasileira, contribuindo para a renovação da aposta socialista no limiar do século XXI. Assim é O Mundo Real – Socialismo na era pós-neoliberal, uma reunião de artigos sobre temas atuais que desafia o leitor com inquietações sobre o mundo que realmente existe e algumas pistas acerca das possibilidades de transformação da sociedade, a partir de uma perspectiva socialista renovada.

Escritos por Tarso Genro, Giuseppe Cocco, Carlos María Cárcova e Juarez Guimarães, os textos são reflexões teóricas sobre a política, no seu sentido mais amplo, que tentam desvendar os caminhos do futuro, ou seja, o que poderá melhorar a vida dos cidadãos, com um sentido intenso de justiça, de solidariedade, de tolerância e de respeito pela dignidade de todos. Os artigos trazem uma nova perspectiva socialista, a qual incorpora, em seu cerne, os valores da democracia, da República e dos direitos humanos. O livro é uma valiosa e original formulação para o debate de um projeto socialista com a potência necessária para os desafios deste que dá nome ao livro: o mundo real.

Leia um trecho do artigo “É possível combinar democracia e socialismo?”, de Tarso Genro:

“Uma ‘sociedade conscientemente orientada’ é uma socieda­de que só poderá ser construída com altos níveis educacionais, culturais, de inclusão social massiva, baseada numa correta distri­buição da renda, e que institui – a partir da sociedade civil – diver­sos níveis e mecanismos de controle sobre o Estado e sobre os agentes públicos. Uma ‘sociedade conscientemente orientada’ é o objetivo da revolução democrática. Ela alarga as possibilidades de escolhas democráticas perante o futuro indeterminado e abre espaços nos quais os socialistas lutam por seus ideais de emancipação e igualdade social”.

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