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Osmar Dias e Rubens Bueno são candidatos de direita, avalia Dr. Rosinha

 

“Quem representa a esquerda na disputa pelo governo do Paraná é Flávio Arns, que com certeza irá ao segundo turno”, afirma deputado federal petista ::

O deputado federal Dr. Rosinha (PT-PR) declarou nesta quarta-feira (28/6) que três dos quatro principais candidatos ao governo do Paraná são representantes da direita conservadora.

Conforme avaliação do deputado petista, Osmar Dias (PDT) e Rubens Bueno (PPS) “são candidatos de direita apoiados inclusive por setores ligados ao ex-governador Jaime Lerner”. Já o atual governador, Roberto Requião (PDMB), oscila entre “um discurso de esquerda e uma prática de direita”.

“Quem representa a esquerda nessa disputa pela sucessão paranaense é Flávio Arns, que com certeza irá ao segundo turno”, afirma Dr. Rosinha. O nome de Arns, que em 2002 obteve quase 2 milhões de votos e se tornou o primeiro senador petista do Paraná, foi lançado oficialmente pelo partido no último fim de semana.

Para o parlamentar da esquerda petista, ao buscar o apoio do PSDB e do PP, o pedetista Osmar Dias aproxima-se cada vez mais do grupo que sustentou as duas gestões de Lerner no Estado (1995-2002). E, pelo fato de se aliar ao PFL, Rubens Bueno escancara ainda mais essa característica conservadora.

“Apesar das origens comunista e trabalhista, PPS e PDT estão cada vez mais próximos de tucanos e pefelistas, e cada vez mais distantes dos trabalhadores”, resume Dr. Rosinha.

“Maremoto” de Requião – Quanto a Roberto Requião, o deputado petista afirma que seu governo tem sido marcado por uma postura “autoritária” em relação aos movimentos sociais e “contraditória” em relação a seu próprio discurso político.

“A eleição do PMDB no Paraná em 2002 se deve ao PT e ao Lula, ninguém é capaz de negar esse fato”, lembra Dr. Rosinha. “Agora, Requião embarca no maremoto de incoerência que ele mesmo construiu, ao tentar, ao mesmo tempo, se posicionar à esquerda de Lula e ensaiar uma aliança regional com o PSDB.”

Em relação ao atual governo do Estado, as principais críticas de Dr. Rosinha, além do tratamento autoritário dispensado a sindicatos de servidores e a outros movimentos sociais, diz respeito aos gastos em saúde e educação —ambos abaixo dos percentuais mínimos exigidos pela legislação federal.

Nesse aspecto, o governo Requião repete a era Lerner, na qual a aplicação de recursos em saúde e educação também não atingiam o mínimo previsto pela Constituição de 1988.

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