
“O atual governo tem ampliado a lista de ativos privatizáveis e tem acentuado o discurso ideológico em defesa das privatizações.”

O momento é de turbulência, está instalada a instabilidade constitutiva do presidencialismo de polarização, resta torcer para que as ruas e as instituições mobilizem a razão e o bom senso, as vozes e as lutas, e sejam capazes de corrigir as distorções e distúrbios provocados pela marcha a ré que atende pelo nome de bolsonarismo.

Embora o panorama desperte aflição e desalento, a reação ampla e unitária dos lutadores e lutadoras com a Greve da Educação deste 15 de maio e o calendário unificado rumo à Greve Geral do próximo 14 de junho aponta para um novo momento de aglutinação e combate. Nos encontramos diante de uma oportunidade inédita, após o segundo turno das eleições de 2018, de reinserir o nosso campo na zona de realidade objetiva da classe trabalhadora.

Por trás das aparentes políticas de conotação ideológica, os discursos ideológicos rasteiros contra minorias, ecologistas, índios, quilombolas, professores vagabundos, existe um interesse e uma determinação absolutamente capitalista: a mercantilização do mundo natural, visto apenas como reserva de valor e fonte de renda. A lógica da exploração dos humanos e da natureza para acelerar o ciclo de produção capitalista e rentabilizar o tempo: expandir, explorar, consumir.

A militância da Democracia Socialista teve participação destacada em todos esses momentos mais marcantes dos primeiros anos da CUT. Com este artigo estamos abrindo uma série para resgatar a atuação da militância sindical da DS ao longo dos primeiros quarenta anos da nossa corrente.

“Nos próximos meses, estaremos diante do desafio de construir uma plataforma eleitoral para 2020. Em muitos municípios, esse tema corre em paralelo com as questões conjunturais que nos afligem.”

Compreender a história e a vida do povo negro no Brasil, a luta nos quilombos, nas comunidades, periferias e irmandades, é base para uma elaboração teórica sobre o socialismo que queremos. A questão racial deve estar colocada no programa e na prática, inclusive interna do PT e à partir da DS, estabelecendo um novo diálogo com a sociedade brasileira.

O professor de economia Fernando Rugitsky, da Universidade de São Paulo (USP) concedeu entrevista ao secretário Nacional de Comunicação do PT, Carlos Henrique Árabe sobre os riscos da austeridade, desenvolvendo reflexões em torno dos efeitos políticos da crise iniciada em 2008.

A deputada estadual Isolda Dantas (PT/RN) escreve sobre os cortes na educação. Para ela, na luta pela educação: contra os cortes e a perseguição, a unidade de estudantes e trabalhadoras e trabalhadores será uma grande força capaz de tomar as ruas e crescer as trincheiras para derrotar os retrocessos impostos pela política de estado mínimo de Bolsonaro.

A Democracia Socialista Rio de Janeiro divulga nota de repúdio à política de extermínio executada pelo governo do estado e exige a imediata apuração dos crimes cometidos contra a população e o desrespeito às leis estaduais e federais pelo governador Witzel e por outros agentes do Estado, sob suas ordens e protegidos por suas declarações e atos.

Pedro era um incansável militante socialista, daqueles que deixam marcas por onde passam. Atuou no movimento estudantil, no movimento popular, na construção do PT, no movimento sindical e, em todos estes lugares, foi um incansável construtor da Democracia Socialista.

O desafio dos socialistas é governar nessas condições delicadas. Conseguirão articular uma versão própria da “geringonça’” portuguesa e acionar políticas progressistas que contém com o apoio de Podemos e dos independentistas? Ou vão optar pela antiga adesão a políticas de “austeridade”, aquelas que acabam por desmobilizar sua base de apoio social?

A agenda ultraliberal de Bolsonaro continua enfrentando oposição no congresso nacional. A reforma da previdência é o principal confronto pela frente. As centrais sindicais lançaram a chamada da Greve Geral. Essa é a batalha central que temos de ganhar!

Pouco conhecida no Brasil, a Revolução Alemã de 1918-1919, é um capítulo da história que mereceria um olhar mais atento daqueles e daquelas que buscam resistir a hegemonia neoliberal e almejam a construção de uma sociedade pós-capitalista. Como veremos, as consequências do desfecho do processo revolucionário alemão foram profundas e com implicações que viriam, alguns anos depois, a afetar decisivamente a conjuntura global.

O filme é interessante. Faz lembrar a frase de um jurista famoso: “Tem um morto no chão. Sangue. Um suspeito com a arma na mão. Se não houver um ‘processo’, não aconteceu nada!”