
As eleições de outubro ocorrerão numa situação inédita. Desde o fim do regime militar o Brasil não vive um momento de tantas indefinições. Essas indefinições vão do desempenho econômico ao

Juliano Medeiros e Raul Pont analisam a conjuntura, suas perspectivas e o papel da esquerda em dois artigos em diálogo

O sistema eleitoral de dois turnos, criado para barrar vitórias populares e permitir arranjos eleitorais na direita, exige de nós uma resposta unificada desde o primeiro turno e/ou o compromisso aberto e franco de identidade comum de programa e de apoio mútuo no segundo turno. Esse é o sentimento e a reivindicação dos movimentos sociais e dos lutadores sem partido que estão conosco nas frentes de luta.

Os inocentes úteis ajudaram a destruir o Brasil, destruíram seus próprios direitos e a qualidade de vida deles e de muita gente.

Margarida Salomão fala sobre fenômeno das notícias falsas que se alastram pela internet nessas eleições.

Bastou o processo eleitoral de 2014 para mostrar que uma parte dos membros da Lava Jato tinha e tem lado.

A mobilização aconteceu em 1968, em Contagem, e conquistou 10% de reajuste para os trabalhadores.

Em artigo sobre a economia do País, a deputada federal Luizianne Lins aponta que o governo Temer alega redução da inflação, enquanto as famílias brasileiras estão endividadas.

Apenas a eleição de Lula e do PT poderá devolver aos trabalhadores e trabalhadoras sul-americanos a perspectiva de retomar uma trajetória de desenvolvimento social e econômico inclusivos. Somente isso poderá impedir que a América do Sul seja devolvida à condição de colônia com o requinte de crueldade da (re)instituição da escravidão moderna. Esta é a responsabilidade que está nas mãos da militância não só do PT, mas de todos os brasileiros que querem que um mundo justo seja construído.

Reginaldo Moraes relembra a memorável greve da Cobrasma e o processo de desindustrialização brasileiro.

“Pão, teto e trabalho”, com essa palavra de ordem, cem mil argentinos (as) ocuparam a Praça de Maio, no dia 1º de junho, em Buenos Aires, no encerramento da grande “Marcha Federal” convocada por movimentos sociais, sindicatos e várias organizações políticas do país. Foi a resposta popular contra o governo Macri e o ajuste fiscal comprometido com o Fundo Monetário Internacional, o FMI.

Publicação que surgiu como uma dissidência do jornal Movimento passou a ser um veículo de tendência interna do Partido dos Trabalhadores.

Em artigo, a deputada federal Luizianne Lins fala sobre a escalada dos preços dos combustíveis e o projeto de entreguismo dos golpistas. Para ela, a redução de imposto sobre o diesel, encaminhada por Temer, não vai resolver o problema dos combustíveis.

Em artigo, o cientista político William Nozaki fala sobre o papel do Estado e do mercado na disputa pelo preço dos combustíveis.

Em texto enviado neste domingo (13) movimento reafirma convicção na inocência de Lula defende seu direito de concorrer às eleições presidenciais.