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CUT divulga calendário de lutas e fará paralisação em novembro

A CUT divulgou nesta segunda-feira (23) as resoluções definidas em recente encontro da Direção Nacional Executiva. A central apontou que dará continuidade à campanha nacional pela coleta de assinaturas a favor do projeto de lei de iniciativa popular (PLIP) visando a anulação da antirreforma Trabalhista.

Em 3 minutos Daniel Gaio, Secretário de Meio Ambiente da CUT Brasil fala sobre as principais agendas de luta, nacionais e internacionais, definidas na Direção Executiva da Central. Acesse a íntegra da resolução: http://bit.ly/ResolucaoDECUTOut17

Além disso, mobilizará suas bases e ampliará o diálogo com os trabalhadores para resistir à implementação das medidas no local de trabalho.

O próximo Dia Nacional de Paralisação está marcado para 10 de novembro, mas antes estão agendadas atos em defesa do PLIP – veja mais abaixo.

A CUT definiu ainda ampliar a mobilização contra a aprovação da antirreforma da Previdência, sob o mote “se botar para votar, o Brasil vai parar!”, contra as privatizações e contra a emenda constitucional 95 (teto dos gastos).

Confira abaixo o calendário de luta.

Dia 25 de outubro – Ato em Brasília e em diversas capitais no dia da votação no plenário da Câmara dos Deputados da aprovação da continuidade da denúncia contra o presidente ilegítimo Michel Temer por obstrução da justiça e organização criminosa.

Até dia 27 de outubro: potencializar a coleta de assinaturas a favor do PLIP (projeto de lei de Inciativa popular para anular a antirreforma trabalhista).

Dia 27 de outubro: Dia Nacional de Coleta de assinaturas a favor do PLIP.

Dia 08 de novembro: entrega e apuração das assinaturas colhidas a favor do PLIP.

Dia 10 de novembro: Dia Nacional de Paralisação contra as antirreformas do governo golpista.

De 16 a 18 de novembro: Grande Encontro da Jornada Continental pela Democracia e contra o Neoliberalismo em Montevidéu/Uruguai.

Com informações do Portal da CUT

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De qualquer forma, surpreende como políticos tentam fazer uso do caso para se projetar, comemorando o desfecho. Independente de possíveis divergências políticas, o que ocorreu hoje de manhã foi uma tragédia: pessoas devem estar traumatizadas, com medo; uma outra família deve estar chorando a perda de um ente. O caso escancara uma sociedade violenta e doente que comemora a morte ao vivo em rede nacional. Isso não é algo a ser comemorado. Vergonha que governantes assim o façam.

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