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Volta do PAA prova que Lula prioriza a agricultura familiar e o combate à fome | Bohn Gass

Bolsonaro previa só R$ 2,6 milhões. Lula destina R$ 500 milhões.

O governo Lula anunciou nesta quarta-feira (22), o relançamento do Programa de Aquisição do Alimentos (PAA), com destinação inicial de R$ 500 milhões. Para o deputado Elvino Bohn Gass (PT/RS), vice-líder do governo no Congresso, “se Bolsonaro houvesse vencido a eleição, o orçamento de compras públicas de alimentos seria de apenas R$ 2,6 milhões e praticamente não existiria. O tal Alimenta Brasil que eles inventaram depois de destruir o PAA, deixou milhões de pessoas com fome”.

O novo PAA de Lula dará mais prioridade às mulheres que terão participação de, no mínimo, 50%. O acesso de agricultores indígenas, quilombolas, assentados da reforma agrária e demais comunidades tradicionais será facilitado.

Foto: Divulgação Site Bohn Gass

DEU CERTO – Criado no primeiro governo do PT, em 2003, o PAA tem uma ideia simples: alimentos que o governo compra para escolas, hospitais, creches, universidades, Forças Armadas etc… eram adquiridos diretamente da agricultura familiar. “Deu muito certo. Em 2012, com Dilma, o PAA chegou a investir R$ 587 milhões, comercializar 297 mil toneladas de alimentos e garantir mercado, trabalho e renda para 129 mil famílias de agricultores. O programa cresceu, alimentou muita gente e a agricultura familiar viveu um tempo próspero”, diz Bohn Gass, que destaca, ainda, a importância do PAA na formação de estoques: “Quando alguma coisa não ia bem na lavoura de arroz, o país tinha arroz. Se o milho sofria perdas, o país tinha milho em estoque. O Brasil tinha segurança alimentar. Foi assim que, em 2014, saímos do vergonhoso mapa da fome mundial.”

DESTRUIÇÃO E FOME – Os números oficiais confirmam que, em apenas um ano de governo Bolsonaro, tudo foi destruído: em 2019, o investimento do governo no PAA caiu para R$ 41 milhões, apenas 14 mil toneladas de alimentos foram compradas, o número de agricultores despencou para 5.800 e os estoques de alimentos ficaram quase vazios. “Houve uma opção política por destruir o PAA. Não foi o destino, não foi a pandemia: trazer a fome de volta foi resultado da vontade política da direita brasileira”, sentencia Bohn Gass.

via bohngass.com.br

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