
Se não praticamos a ética em nosso próprio partido, com qual credibilidade nos apresentaremos ao povo brasileiro? 1. O processo de eleições diretas (PED) do PT de Minas Gerais está

Minha candidatura representa um desejo coletivo de mudar o partido, de petistas que acreditam ser necessário voltar às bases, aos núcleos de militantes, fortalecer os debates setoriais, democratizar as decisões sobre as finanças do partido, empoderar as mulheres, os negros e os jovens e criar um canal de comunicação criativo e de massas.

A virada democrática requer mudar o PT: a resistência popular precisa encontrar uma clara alternativa política para ser capaz de vencer

Lula é peça-chave para o futuro do PT – do mesmo modo que foi essencial ao longo dos 37 anos de existência do Partido. Lula é presidente de honra do

A suposta declaração do presidente do PT-RJ, Washington Quaquá, publicada no jornal O Dia, onde cogita a possibilidade de atrair o PMDB fluminense para o apoio à candidatura de Lula

Um “republicanismo” que seja na verdade a legitimação de uma adaptação à ordem liberal não pode superar a corrupção. “Uma postura verdadeiramente republicana supõe impor derrotas profundas ao controle do Capital sobre a sociedade e sobre o Estado”: para derrotar a contra-revolução neoliberal é preciso lutar desde já por uma república democrática e popular.

Como contribuição para apresentar nossas ideias ao conjunto dos filiados e filiadas e aproximar as correntes empenhadas em mudar o PT na direção do socialismo democrático, apresentamos esse resumo de propostas. A essas bases nacionais – que poderão, naturalmente, ser modificadas – devem se somar as propostas estaduais e municipais.

Resposta ao companheiro Kjeld Jacobsen 1. O período deve ser elogiado e criticado Os comentários do companheiro Kjeld Jacobsen (“Afinal, o período histórico deve ser elogiado ou criticado?”) ao texto

O golpe que derrubou a presidenta Dilma vem impondo radicais retrocessos ao povo brasileiro e às conquistas dos últimos anos. A pauta neoliberal retira direitos dos trabalhadores, das mulheres, dos

Dirigente da Democracia Socialista e do Partido dos Trabalhadores escreve para o portal de notícias da América Latina e Caribe Nodal sobre o 6º Congresso Nacional do Partido dos Trabalhadores.

Grupo de Trabalho Nacional da Democracia Socialista | A mobilização da militância petista nesse início de ano demonstrou forte capacidade de alterar os rumos do PT. A pressão militante sobre a direção nacional do partido e sobre as bancadas na Câmara e no Senado influenciou o resultado final, com posicionamento majoritariamente contrário à aliança com golpistas.

A eleição das Mesas da Câmara Federal e do Senado nunca despertaram tanto engajamento da militância petista e de esquerda. As vezes, questões da rotina parlamentar portam símbolos. Eles despertam

grande teste para o posicionamento do Muda PT no Congresso que se aproxima, será no próximo 1º de fevereiro. Petistas que acreditam na mudança tanto do país como do próprio Partido não votam em Golpistas.

Robinson Almeida afirmou que a prioridade na sua atuação parlamentar como deputado federal é a defesa da Bahia, do povo brasileiro e do restabelecimento da democracia no país

Nós que lutamos contra o golpe não aceitamos que isso aconteça. Manter a nitidez política, tornada mais preciosa em tempos de polarização com os golpistas, é fundamental!