Conteúdos

Alan Garcia e o punitivismo | Eduardo Tadeu Pereira

A morte de Alan Garcia, presidente do Peru por dois mandatos, deve levar a algumas reflexões. São tempos sombrios, de perseguição, punitivismo e intensa judicialização da vida em geral e da política em particular. O exagerado ativismo judicial e dos órgãos de fiscalização e controle, particularmente em relação aos governos municipais, acarreta a “judicialização da gestão e criminalização dos agentes políticos”.

Leia mais »

Uma agenda de debates para o 7º congresso do PT

A Democracia Socialista apresenta agenda de debates para o 7º Congresso do PT. Os debates buscam recolocar no foco a análise concreta da situação brasileira e internacional a partir da perspectiva que orientou a fundação do PT, qual seja, a construção de uma força política e social anticapitalista com um programa democrático e socialista.

Leia mais »

Brasília, lógica, lírica e infinita | Arlete Sampaio

A deputada distrital Arlete Sampaio comemora Brasília, que completa 59 anos concretos e centenas de anos sonhados, de um jeito diferente, tomando emprestado o sentimento e a imaginação criadora dos escritores que tentaram decifrar, em palavras, o enigma da esfinge-Brasília, que ainda hoje devora, mesmo a quem pensa que conhece seus segredos.

Leia mais »

A ideologia do não dito | Arlete Sampaio

Por trás do apontamento de ideologias falsificadas, da tentativa de revisar e negar a nossa história, está a ideologia do capital que é antipovo, que atenta contra a soberania do Brasil e os interesses populares. A ideologia do capital é a não dita, porque não pode ser dita e sustentada para os fins que os ocupantes do poder querem, que é a hegemonia das ideias, o apoio popular. A moda da invencionice de ideologias esconde a verdadeira ideologia que pauta o governo Bolsonaro: a do capital que é cruel e danosa com o povo brasileiro.

Leia mais »

Cafarnaum, filme escancara crueza das relações humanas | Eduardo Tadeu Pereira

Cafarnaum retrata a vida do menino Zain, que vive com sua família em extrema pobreza. Para proteger sua irmã, que ao menstruar passa a ser negociada pelos pais com um comerciante local, sai de casa, vive o drama de refugiados, comete um crime ao esfaquear o homem para quem seus pais entregaram a irmã e, por isso, acaba preso e condenado aos 12 anos de idade. Ao processar seus pais por o terem colocado no mundo, Zain questiona a estrutura da sociedade e do Estado.

Leia mais »