
O programa emergencial de Bolsonaro é muito ruim. Somado a medida anterior (MP 927/2020), que continua valendo, significa condenar os trabalhadores à fome e ao desemprego. Vamos lutar por todos os meios contra sua confirmação no Congresso com esse teor. E vamos tentar ser claros para te explicar o porquê.

Precisamos, urgentemente, repensar os rumos no nosso Sindicato Nacional. Disso depende, sem dúvida, a defesa vitoriosa da universidade pública brasileira e da educação, ciência e da tecnologia que ela produz. Infelizmente, a atual Diretoria não parece estar à altura deste desafio.

Governos estaduais buscam aprovação nas assembleias legislativas de mudanças previdenciárias e nas carreiras do serviço público ainda mais severas que aquelas propostas por Jair Bolsonaro, Paulo Guedes e Rodrigo Maia. Realizadas “em regime de urgência” essas medidas tentam impedir o debate com a sociedade. Os trabalhadores reagem, com razão, e vêm contando com o apoio da sociedade.

Entre as iniciativas do governo, o fim da política de valorização do salário mínimo, a apresentação da MP 881, convertida na chamada Lei da Liberdade Econômica e a MP 905, de novembro de 2019, anunciada cinicamente como um programa de emprego “verde e amarelo”, são em realidade textos de destruição de direitos trabalhistas, de limitação na fiscalização do trabalho e restrições as atividades do MPT.

Restringir os ganhos das negociações coletivas apenas aos sócios do Sindicato é um equívoco programático e um erro pragmático.

Você nos deixou cedo. Do mesmo jeito que chegou. De repente! Sua grande presença permanece. Leia a Nota da Democracia Socialista Nosso camarada Gustavo Codas Friedmann faleceu hoje, em São

Por vias alternativas Paulo Guedes busca garantir seu compromisso, com o setor financeiro e com sua fortuna particular, de privatizar os fundos públicos e dos trabalhadores.

Na proposta do governo Bolsonaro para a previdência há uma espécie exótica que ameaça o futuro dos trabalhadores e do próprio Estado brasileiro: o sistema de capitalização. Mesmo que não tenha sido mantida pelo relator da reforma, a capitalização é um sonho do qual o Ministro Paulo Guedes não pretende abrir mão.

A tarefa do dia, portanto, é realizar nesta sexta uma Greve Geral que leve toda a classe trabalhadora a cruzar os braços e ir às ruas. Seu objetivo é derrotar a contra-reforma da previdência. Além disso, ela incorpora as bandeiras da educação e de diversos setores que verão na greve geral desaguadouro de lutas contra o governo. Esse processo, no seu conjunto, leva a oposição ao governo Bolsonaro a um novo patamar.

A Coordenação Nacional da CSD – CUT Socialista e Democrática, corrente de militantes sindicais, orgânica à CUT – Central Única dos Trabalhadores, convoca toda sua militância a engajar-se no processo de reflexão e debate da VI Conferência Nacional da CSD que acontecerá nos dias 13 a 15 de setembro de 2019, após a realização das respectivas conferências estaduais e debates setoriais e dos ramos.

Para dirigentes sindicais do ramo da educação a mobilização extrapolou as categorias e contagiou estudantes e toda a sociedade. Essa ampla unidade em defesa da educação fortalece a luta dos trabalhadores em defesa dos seus direitos ameaçados pela Reforma da Previdência.

A militância da Democracia Socialista teve participação destacada em todos esses momentos mais marcantes dos primeiros anos da CUT. Com este artigo estamos abrindo uma série para resgatar a atuação da militância sindical da DS ao longo dos primeiros quarenta anos da nossa corrente.

As alterações mais reprovadas são: obrigatoriedade de idade mínima para homens e mulheres, 40 anos de contribuição para ter direito ao valor integral do benefício e mudanças nas regras para professores e rurais

Abaixo-assinado em defesa da Previdência Social e contra a reforma de Bolsonaro será lançado nesta quinta (4) em São Paulo e a campanha rodará os 27 estados e o Distrito Federal com a coleta de assinaturas. Para Milton Rezende da Executiva da CUT e da Coordenação da CSD objetivo é acumular forças para a greve geral contra a Reforma da Previdência.

O Deputado Elvino Bohn Gass (PT/RS) mostra, ponto-a-ponto, como a Reforma da Previdência de Bolsonaro é particularmente agressiva contra as mulheres. Assista! É estarrecedor!