
Resolução Política da Democracia Socialista (Reunião de 19/02/2022) As eleições de 2022 inserem-se no cenário histórico mais amplo de disputa de projetos para o país, após um ciclo neoliberal profundamente

É preciso construir o melhor caminho para conquistar uma larga maioria eleitoral contra Bolsonaro, obter uma histórica vitória contra o neoliberalismo e já preparar as condições políticas para o exercício

Ainda é cedo para uma avaliação completa sobre as eleições municipais de 2020, mas alguns componentes de qualquer análise séria já são visíveis. Vamos elencá-los sem que a ordem desenvolvida signifique uma hierarquização de importância ou causalidade.

A manipulação de religião pra eleição e o aparelhamento criminoso da máquina pública explicam por que a mudança não chegou. Explicam, também, por que o medo e o ódio venceram a esperança e o amor nas eleições em Feira de Santana.

As eleições de 2020, não bastasse a pandemia, a crise econômica e social e os perigos de mais retrocessos sobre os direitos do povo, se deram, no primeiro turno, com o uso da misoginia e da violência política. Essa violência tem crescido sob o clima do bolsonarismo e, também, têm sido adotada por outros setores da política. Um exemplo disso foi a campanha de mentiras lançadas contra a então candidata Luizianne Lins em Fortaleza.

Enfrentar este governo da calamidade é, portanto, a tarefa mais importante da esquerda – e do PT – nestas eleições. Ou seja, em todos os territórios, em cada canto deste país, nas grandes metrópoles até os municípios com menos habitantes, é preciso constituir um bloco político e social – uma frente de esquerda – opositor a este governo. É papel do PT liderar esta construção.

Nesse bate papo, Carlos Henrique Árabe e Raul Pont conversam sobre os desafios do pleito municipal e a conjuntura nacional.

Sob o impacto da maior pandemia da história do Brasil e de um verdadeiro genocídio do povo, as forças de esquerda decidem trilhar caminhos próprios e separados nas eleições municipais

Pensar e elaborar uma base comum programática para os mais de 5.500 municípios brasileiros, profundamente diferentes em suas condições de população socioeconômicas, meio ambiente e de formação histórico cultural é impossível, mas o que importa é o método e uma estratégia comum que o partido deve orientar. Nesse sentido, o esforço desta contribuição é assentar esta estratégia comum na concepção de radicalização democrática popular, com partidos aliados e movimentos sociais, através da participação popular direta e organizada na busca de nova governabilidade e legitimidade baseadas na democracia participativa.

Os servidores (as) e empregados (as) da Administração Pública Direta, Indireta da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Municípios, inclusive das fundações mantidas pelo poder público, que desejarem concorrer a cargo eletivo em eleições devem afastar-se do exercício de seu cargo. Saiba mais sobre os prazos para desincompatibilização.

Urge que construamos uma unidade permanente dessas forças para fazer frente ao inimigo comum.

Advogado discorre sobre a única mulher eleita governadora do país e aposta no sucesso de sua gestão: “Fátima, lutadora social que é, nos convoca a ‘esperançar'”.

Comissão Executiva Nacional do Partido dos Trabalhadores apresenta resolução sobre as eleições presidenciais e a resistência pela democracia e pelos direitos do povo.

O pensamento marxista de maior potência e irradiação histórica no século XX foi escrito em resposta à ascensão do fascismo, vinculando definitivamente o futuro da esquerda à sua capacidade de construir hegemonia na república democrática, de atualizar historicamente os valores da tradição do humanismo e de ser a expressão mais alta da aspiração humana à liberdade.

É isso que chamamos fascismo. Quando a caixa do fascismo se abre – sob o manto do patriota “Brasil (ou Alemanha, ou Itália, ou EUA…) acima de tudo”, com a apropriação de símbolos nacionais, com camisas pretas ou amarelas, com carrões adesivados… – essa coisa feia que é a violência política se espalha e toma conta de tudo. E depois, é muito difícil fazer isso retornar de onde veio. E ela pode atingir você e seus familiares também, mesmo você, que é entusiasta do 17 como solução para o país. Isso não tem controle.