
Militantes da Democracia Socialista relatam participação no Encontro Nacional de Mulheres Negras (ENMN) 30 anos, que aconteceu no último final de semana (6 a 9/12), em Goiânia.
Juan-Pablo Pallamar escreve sobre as recentes manifestações contra as reformas fiscais do governo de Emmanuel Macron.

A Democracia Socialista, tendência do PT, apresenta posicionamento face ao “debate” do Diretório Nacional sobre o balanço eleitoral.

Em entrevista à Rádio Brasil de Fato, coordenadora da Marcha enaltece as mulheres como sujeitos ativos nos últimos atos.

A ideia tão difundida no contexto americano de um sistema econômico que não seja para os 1% desafia a política a refletir a necessidade das maiorias e sua organização. Na trajetória do feminismo a radicalização da noção de participação política sempre foi um valor importante que precisa ser parte de qualquer projeto alternativo. A experiência de mulheres socialistas e democráticas dos EUA tem apontado que para repartir as riquezas também é necessário transformar as estruturas de poder.

Comissão Executiva Nacional do Partido dos Trabalhadores apresenta resolução sobre as eleições presidenciais e a resistência pela democracia e pelos direitos do povo.

A Democracia Socialista, corrente interna do Partido dos Trabalhadores, se solidariza com sua militante Regina Lessa e exige das autoridades do Ceará e do Brasil a rápida prisão do assassino e demais participantes do crime e também exige explicações do candidato do PSL à Presidência da República Jair Bolsonaro, cujos os seguidores agem diariamente com extrema violência, impulsionando pelo seu discurso de ódio e intolerância contra todos que tem uma opinão diferente.

O pensamento marxista de maior potência e irradiação histórica no século XX foi escrito em resposta à ascensão do fascismo, vinculando definitivamente o futuro da esquerda à sua capacidade de construir hegemonia na república democrática, de atualizar historicamente os valores da tradição do humanismo e de ser a expressão mais alta da aspiração humana à liberdade.

“O PT é a última trincheira de resistência ao fascismo, a força política capaz de oferecer uma alternativa para a maioria da população, o partido que sobreviveu ao linchamento diário dos últimos anos conservando a referência de quase 30% do eleitorado brasileiro”.

É isso que chamamos fascismo. Quando a caixa do fascismo se abre – sob o manto do patriota “Brasil (ou Alemanha, ou Itália, ou EUA…) acima de tudo”, com a apropriação de símbolos nacionais, com camisas pretas ou amarelas, com carrões adesivados… – essa coisa feia que é a violência política se espalha e toma conta de tudo. E depois, é muito difícil fazer isso retornar de onde veio. E ela pode atingir você e seus familiares também, mesmo você, que é entusiasta do 17 como solução para o país. Isso não tem controle.

O Brasil vive hoje a maior ameaça mundial iminente da instalação de um governo fascista, após a destruição de sua democracia. É preciso compreender este fenômeno novo inscrito no caos da ordem neoliberal.

Quem definir a agenda neste segundo turno, inserindo-a em uma narrativa coerente, provavelmente será vitorioso. O grande desafio da campanha de Haddad/Manuela é construir esta agenda, potencialmente majoritária, e apresentar-se como quem, representando a herança e o sonho de Lula, é capaz de vencer o grande inimigo dos direitos do povo brasileiro, que é Bolsonaro.

Haddad não pode transformar-se em uma tábua de salvação para o sistema político rejeitado pelo povo, e sim a sua refundação democrática e cidadã, baseada na retomada da esperança e das oportunidades para o país.

Mais discreta, mas mil vezes mais eficiente que o apoio explícito da TV Record, a cobertura do Jornal Nacional esteve no centro das iniciativas para produzir a ofensiva Bolsonaro dos últimos dez dias de campanha no primeiro turno.

Em meio a um processo eleitoral onde o país busca encontrar saídas para a imensa crise que vivemos, o Governo Temer (MDB, PSDB, DEM, “Centrão”, etc.) dá sequência a verdadeira