
Vivemos em um período de muitos retrocessos e conservadorismo, golpe contra Dilma em 2016, reforma trabalhista, reforma da previdência, PEC do teto de gastos, a prisão seletiva de Lula e

Movimentos sociais preparam grande marcha que chegará dia 15 de agosto em Brasília, data em que ex-presidente será oficializado na disputa eleitoral.

Os inocentes úteis ajudaram a destruir o Brasil, destruíram seus próprios direitos e a qualidade de vida deles e de muita gente.

“Agora, estamos voltando lentamente. A esquerda volta a estar unida, nas ruas, na luta. Isso está sendo recuperado. Agora, o mais importante é a consigna ‘Lula Livre’. É a consigna para que as coisas mudem”, diz Raul Pont em entrevista a Pedro Brieger.

Para Afonso Florence (PT-BA), da forma como está, matéria dependerá de uma lei a ser votada posteriormente para amparar os remanejamentos de verbas e enfrentar déficit de R$ 254 bilhões.

Margarida Salomão fala sobre fenômeno das notícias falsas que se alastram pela internet nessas eleições.

Bastou o processo eleitoral de 2014 para mostrar que uma parte dos membros da Lava Jato tinha e tem lado.

A mobilização aconteceu em 1968, em Contagem, e conquistou 10% de reajuste para os trabalhadores.

Em artigo sobre a economia do País, a deputada federal Luizianne Lins aponta que o governo Temer alega redução da inflação, enquanto as famílias brasileiras estão endividadas.

Apenas a eleição de Lula e do PT poderá devolver aos trabalhadores e trabalhadoras sul-americanos a perspectiva de retomar uma trajetória de desenvolvimento social e econômico inclusivos. Somente isso poderá impedir que a América do Sul seja devolvida à condição de colônia com o requinte de crueldade da (re)instituição da escravidão moderna. Esta é a responsabilidade que está nas mãos da militância não só do PT, mas de todos os brasileiros que querem que um mundo justo seja construído.

Reginaldo Moraes relembra a memorável greve da Cobrasma e o processo de desindustrialização brasileiro.

“Pão, teto e trabalho”, com essa palavra de ordem, cem mil argentinos (as) ocuparam a Praça de Maio, no dia 1º de junho, em Buenos Aires, no encerramento da grande “Marcha Federal” convocada por movimentos sociais, sindicatos e várias organizações políticas do país. Foi a resposta popular contra o governo Macri e o ajuste fiscal comprometido com o Fundo Monetário Internacional, o FMI.

Publicação que surgiu como uma dissidência do jornal Movimento passou a ser um veículo de tendência interna do Partido dos Trabalhadores.

A Comissão Executiva do Partido dos Trabalhadores (PT) apresenta resolução sobre a prioridade absoluta da candidatura de Lula e a estratégia da política de alianças do partido.

É com profundo pesar que lamentamos o falecimento de Estevão Oliveira, aguerrido militante do Partido dos Trabalhadores de Alagoas. Neste momento de dor nos solidarizamos com os familiares e amigos.