
A elaboração e a intervenção política da DS enfrentaram, desde seu início, o desafio de participar da construção do feminismo como elemento indispensável da luta socialista.

O cerne da proposta consiste na abolição do “Princípio da Presunção da Inocência” que não poderia ser alterado sequer por Emenda Constitucional e na chamada “excludente de ilicitude para policiais”. Essa situação é extremamente alarmante, uma vez que, segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 14 pessoas são assassinadas por dia a partir da ação policial no Brasil.

O advogado, ex-presidente da OAB-RJ e ex-deputado federal Wadih Damous comenta, em vídeo exclusivo, o “pacote anti-crime” de Moro.

Quais fatores explicam os doze anos de sucesso da gestão petista na Bahia após a derrota de um grupo político conservador e oligárquico?

A presente legislatura inaugurou-se com um enorme desafio para os partidos da esquerda. Minoritários na sua expressão parlamentar (PT, PSOL, PCdoB/ PPL, PSB, PDT e Rede somam juntos 137 deputadas

A defesa da democracia, de seus princípios e das suas expressões institucionais constitui uma agenda que agrega esforços de partidos políticos, instituições, organizações e movimentos sociais comprometidos com a resistência social frente ao desmonte do Estado brasileiro. O Observatório da Democracia é uma iniciativa que operacionaliza essa agenda de luta contra o crescimento ostensivo do fascismo.

Após esta breve leitura concluí, “sim, canalhas”. E essa canalhada tomou conta do Brasil. Os canalhas (o conceito me leva a esta conclusão) só podem exercer o poder através do autoritarismo. Através do cala a boca, aqui quem manda sou eu. E, é isto que está acontecendo no Brasil. Vem num crescente desde o golpe.

Jordana Dias discute, desde os sucessivos ataques do crime organizado no Ceará, o quanto o sistema prisional e o encarceramento em massa são causa e efeito de uma política de segurança pública que corre atrás do próprio rabo.

Wagner Romão, professor da Unicamp e presidente da AdUnicamp, comenta as declarações tacanhas do ministro da educação, Vélez Rodríguez, sobre a universidade ser apenas para a elite.

Fazendo jus ao seu histórico, Bolsonaro mostrou que não tem nada a oferecer que não as bravatas de sempre.

“Por isso não adianta estar no mais alto degrau da fama/com a moral toda enterrada na lama”. Os versos do sambista Mauro Duarte caem como uma luva na espiral de escândalos que envolve Flávio Bolsonaro.

Vanessa Gil e Cláudia Prates, da Marcha Mundial das Mulheres do Rio Grande do Sul, fazem um diagnóstico preciso sobre os discursos da ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos: “Damares não é insana. Ela não é ignorante sobre o que fala, muito pelo contrário. Ela é uma estrategista e não está fazendo apenas cortina de fumaça. Está sim escancarando o pensamento conservador que assola o Brasil e seu crescente fanatismo religioso.”

Em 21 de janeiro de 1984, o 1° Encontro Nacional dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, em Cascavel (PR), reunia centenas de representantes de camponeses, sindicatos rurais e movimentos sociais do campo, com apoio da Pastoral da Terra da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Ao final do encontro, foi criado o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), que em pouco tempo viria a se tornar uma das mais importantes organizações sociais do país, com reconhecimento internacional.

As pressões do mercado pela diminuição dos gastos sociais em prol do pagamento de juros da dívida pública voltam agora com as propostas de Bolsonaro e Paulo Guedes, em uma de suas versões mais radicais de desmonte do sistema de seguridade pensado pelo constituinte de 1988.

Na ocasião em que se completam 100 anos do cruel assassinato de uma das militantes mais importantes para a luta socialista na história, relembramos a contribuição histórica de Rosa Luxemburgo na luta pelo socialismo e a democracia.